Segundo a tabela acima com o fechamento do pregão de hoje, BRML3 (BRMALLS) e GSHP3 (General Shopping) desde que lançaram ações na Bovespa, estão ganhando das outras aplicações no mês, BRML3 com uma taxa de 4,63% ao mês em 9 meses e GSHP3 com 5,32% ao mês, em 5 meses de Bovespa.
Os shopping centers devem fechar o ano com faturamento 13% maior em relação ao ano passado, segundo a Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers). A estimativa é que as vendas atinjam R$ 50 bilhões no acumulado de janeiro a dezembro.
Em 2006, o faturamento do setor foi de R$ 44 bilhões --crescimento nominal das vendas de 10,45% em relação a 2005.
A perspectiva de expansão de 13% neste ano supera a projeção inicial da Abrasce, de 10%. Para o presidente da entidade, Marcelo Carvalho, "a ampliação na oferta de crédito, a extensão dos parcelamentos decorrentes de juros menores e o aumento no ganho médio dos brasileiros motivaram o bom desempenho do mercado".
Segundo o diretor-executivo da Abrasce, Luiz Fernando Veiga, os negócios gerados pelo setor também ajudaram a consolidar os resultados. "Somente nos últimos dois anos, cerca de R$ 4 bilhões foram levantados, juntando a captação de recursos na Bolsa de Valores e os investimentos estrangeiros", disse.
"Os que ainda não fizeram captação ou negócios com investidores estrangeiros vão fazer ou estão com dinheiro em caixa e em condições de crescer", prevê Veiga.
Nos próximos dois anos, conforme a Abrasce, devem ser inaugurados 23 novos empreendimentos, "que vão gerar cerca de 40 mil novas vagas de empregos, em um setor que já é responsável por 525 mil postos de trabalho".
Valor Online 11/12/2007 SÃO PAULO - A empresa do setor imobiliário João Fortes Engenharia anunciou que fechou acordo com a Shopinvest Planejamento, Marketing e Particiações Ltda. para atuação em parceria tanto no investimento em shopping centers novos ou já existentes, como também no planejamento e comercialização de novos centros comerciais.
Em comunicado, a João Fortes diz que essa associação, garante a expertise necessária para que a empresa seja "ainda mais atuante na indústria de shopping centers, fortalecendo sua participação nesse importante mercado".
A Brascan (BISA3) continua no seu canal de baixa, apareceram uns compradores no nível de R$ 10,40, agora eu acredito que vai mais embaixo perdendo esse nível, podendo ir a R$ 8,00.
[Começa texto do Jornal VALOR] grupo fechou ontem a compra da participação do grupo Malzoni na rede de shoppings Plaza e já promete novas aquisições em 2008. Com presença no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e no Paraná, a estratégia agora é aumentar a presença no mercado mineiro e paranaense e partir para o Norte e Nordeste do país, disse ontem o presidente da holding Brascan Brasil, Luiz Ildefonso Simões Lopes.
Ele aposta no bom momento da economia brasileira que "considera o melhor" desde que atua no mercado. "O crescimento está sendo impulsionado por investimentos externos, o que é inédito na história do país", disse.
O Jornal Valor antecipou, a operação ficou acima de R$ 1,5 bilhão. Trata-se do maior negócio já realizado no setor de shopping centers no país. A Brascan Brazil Real State Partners comprou a participação de Paulo Malzoni que detém 70% no shopping Paulista, 50% do West Plaza, 40% no Pátio Higienópolis, 40% no Botafogo Praia Shopping e um terço do shopping Vila Olímpia, em construção.
Paulo Malzoni Filho será o presidente da nova empresa de administração de shoppings que vai gerenciar todos os empreendimentos que se juntam. Ele, que já era executivo do grupo Malzoni, continua como sócio, mas das empresas de administração e de ativos que estão sendo construídos, como o centro de compras na Vila Olímpia, em São Paulo, que está sendo levantado em sociedade com o grupo Multiplan. Ele disse que a proposta é construir novos shoppings com o grupo Brascan.
"A união foi uma decorrência do movimento que todos os grupos do setor de shoppings tiveram que fazer", explica Malzoni Filho. "Alguns partiram para associações ou fizeram abertura de capital. Esse setor terá poucos e grandes." Segundo ele, desde o começo do ano o grupo trabalhava com a possibilidade de abrir o capital, mas também vinha sendo sondado por vários interessados. "Optamos pela Brascan porque é uma empresa sólida, com experiência de mercado e bem posicionada no Rio, como nós somos em São Paulo", acrescentou o executivo.
Do lado da Brascan onde a palavra de ordem é crescer, só este ano o grupo investiu em aquisições mais de US$ 1,5 bilhão. Há 105 anos no país, atua em áreas diversas como engenharia, imóveis, agropecuária, reflorestamento e energia. Na setor de shoppings centers é proprietário do Rio Sul, na capital fluminense, e de outros sete centros de compras. Com a transação com o grupo Malzoni, a Brascan avança no maior mercado paulista, onde ainda tinha uma presença pequena.
A operação concluída ontem ultrapassa em valor aquela que era considerada até agora a maior operação de shoppings no mercado brasileiro: a venda da In Mont (que inclui Niterói Plaza, São Conrado Fashion Mall, Ilha Plaza e Rio Plaza) para a BR Malls, por R$ 832 milhões.
"Somos agora o maior do país em área bruta locável", disse Simões Lopes. Ele explicou que neste setor é preciso ser grande para vencer. "Não dá para ser pequeno e a razão principal é relativa a custos. Não adianta ter um shopping numa grande cidade. É preciso ter três ou quatro, assim temos um supervisor para todos eles, uma agência de propaganda, aproveitamos as sinergias, o que gera redução de custos. Na negociação com os varejistas, por exemplo, podemos oferecer mais de um ponto. Pode-se se oferecer um ponto no interior e, em paralelo, conceder vantagens no shopping da capital", comentou.
Agora, os próximos passos do grupo são voltados para fortalecer os negócios no Paraná e em Minas Gerais, sempre comprando o controle, e sair para novos estados com parceiros locais.
Esse blog se destina principalmente a gerar riqueza.
Informar, estudar e analisar o mercado de empresas de shopping centerslistadas ou não em Bolsa de Valores, e inclusive sobre os próprios shopping centers e afins, falando também de Bolsa e mercados em geral.
Eu estudo e analiso todas as ações e mercados, mas estou me dedicando também a este setor, que já conhecia antes dele entrar na Bolsa. Antes desprezado, o Brasil entrou no circuito das grandes operadoras mundiais de shopping centers.
Faço as análises usando discernimento, baseado na minha experiência de mais de 20 anos de mercado, com meu sistema CEACIOM, que usa preferencialmente a análise técnica.
AS MAIORES FORTUNAS DO MUNDO ESTÃO E FORAM FORMADAS NO MERCADO DE AÇÕES. PENSE NISSO QUANDO PLANEJAR A ALOCAÇÃO DE SEUS INVESTIMENTOS.
Funciona também como um "clipping" de notícias do segmento. Aproveitem.
Iguatemi - RJ - Foto tirada por mim.
A leitura dos textos comentados permanece aberta e disponível para todos. Eu alerto que as decisões de investimento devem se basear em análises variadas, a critério de cada investidor, não devendo ser fundamentadas nas sugestões e opiniões deste espaço comunitário.
A responsabilidade pela decisão de investimento é exclusiva de cada investidor. Não me responsabilizo por eventuais perdas, danos ou insucessos, inclusive perante terceiros,decorrentes da realização de negócios.
Sergio Luiz Valle
Sou economista e estrategista, trabalhei no IBMEC, SHELL e Bancos. Consultoria financeira em Bolsa.
Caixa Postal 11.852 CEP 22.022-970 Rio de Janeiro - RJ
Em países com baixas taxas de juros, aplicadores não esperam acumular riqueza e patrimônio através da renda fixa.
O Mercado de Ações oferece aos investidores a possibilidade destes participarem do crescimento das empresas, de forma transparente e de baixo custo.
A longa convivência dos brasileiros com elevadas taxas de juros levou a um baixo conhecimento do mercado de ações e a uma quase nula convivência com o risco e as perdas.
BLINK - A DECISAO NUM PISCAR DE OLHOS O título 'Blink - A decisão num piscar de olhos' pode sugerir algum tratado de auto-ajuda, mas na verdade, o livro analisa a importância do que chamamos de intuição. Trata das decisões instantâneas da parte do nosso cérebro conhecida como 'inconsciente adaptável', capaz de realizar raciocínios imediatos e chegar a conclusões antes que tomemos noção consciente do que está acontecendo. O livro explica como funciona esse processo mental e mostra mais exemplos de situações relativas a ele. Como conclusão, Gladwell defende a importância dos dois primeiros segundos em que o ser humano reage a uma situação. 'Blink' trata a intuição como importante ferramenta de decisão, um diferencial que deve ser cada vez mais valorizado no mercado de trabalho e na vida pessoal.
ESTRATEGIA DO OCEANO AZUL, A
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SEGREDOS DA MENTE MILIONARIA - 50 CARTAS E LIVRETO
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