sexta-feira, 31 de agosto de 2007

BRMALLS anuncia seu segundo projeto "Greenfield" na região metropolitana de São Paulo




Rio de Janeiro, Brasil, 31 de Agosto de 2007 - A BRMALLS Participações S.A. Bovespa: BRML3), a maior empresa integrada de Shopping Centers do País anuncia que concluiu hoje a transação para aquisição de uma área de 33.000 m² localizada na Rodovia Raposo Tavares km 23,5, no município de Cotia, na região metropolitana de São Paulo.

O investimento total estimado é de R$ 82 milhões (a BRMALLS será responsável por R$ 42 milhões). A inauguração está prevista para junho de 2009.

Racional da transação: A área de influência possui aproximadamente 800.000 habitantes, divididos entre as classes média e alta, com potencial de consumo anual de R$ 613 milhões.

Nenhuma concorrência: Ausência de shoppings de grande/médio porte próximo às principais áreas de influência da Granja Vianna. Poucas opções de entretenimento para a população.

Localização Estratégica: Uma unidade da rede Wal Mart já está em construção no terreno ao lado do shopping, o qual deverá aumentar o fluxo de visitantes ao redor do mesmo.

Estrutura do shopping e mix de lojas
O shopping inclui uma área destinada ao conceito lifestyle center, o qual foi introduzido com sucesso no mercado brasileiro através da BRMALLS, na expansão do NorteShopping. O projeto já foi aprovado pela prefeitura, reduzindo expressivamente o prazo de construção e nível de risco do projeto.

Avaliação da transação:
Avaliamos o projeto utilizando um fluxo de caixa descontado (DCF) por um período de dez anos. A taxa interna de retorno estimada para o projeto é de 24,6%, nominal, desalavancada.

Para mais informações acesse o site de ri www.brmalls.com.br/ri ou contate a área de Relações com Investidores:

Leandro Bousquet Viana
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores

Hoje foi um dia muito positivo!



Até JHSF e General Shopping com um grande volume de negócios, ótimo isso, mas como diz a banda Legião Urbana : - ainda é cedo!



Segunda-feira novas análises, antes do pregão. Por hora vamos aproveitar o fim de semana.

Graficamente a Multiplan ainda é neném.


Desde o seu lançamento a Multiplan caiu 5,2%, como graficamente a Multiplan ainda é neném (está começando), voltou para o nível de R$ 23,10, onde tem compradores. Vamos aguardar mais desdobramentos do papel, olhando os papéis do setor. Tem forte resistência a aprox. R$ 24,60. Ação para se acompanhar, pois tem o segundo maior número de negócios do setor, só perde para a BRMALLS.



Fonte do gráfico: Enfoque

MULTIPLAN (MULT-N2) - Aumento de Capital / Opcao de Lote Suplementar



(30/08) MULTIPLAN (MULT-N2) - Aumento de Capital / Opcao de Lote Suplementar DRI: Mario Augusto Nogueira de Paula

Na RCA de 30/08/2007 foi aprovado o aumento de capital, mediante a emissao de 41.700 novas acoes ordinarias destinadas a distribuicao publica, tendo em vista o exercicio, pelo Banco UBS Pactual S.A., de parcela da Opcao de Lote Suplementar. Foi tambem homologado o aumento de capital social da Companhia ora aprovado, em vista de sua total subscricao e integralizacao, no montante de R$ 1.042.500,00, mediante a emissao publica de 41.700 novas acoes ordinarias, ao preco de R$ 25,00/acao. Dessa forma, O capital social passara de R$ 951.704.278,00 para R$ 952.746.778,00.
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte: Agência Bovespa: Empresas
Recebido em: 30/ago/07 18:27:19
©copr 05 Bolsa de Valores de São Paulo

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Análise da BRMALLS Participações S.A


A BRMALLS Participações S.A. (Bovespa: BRML3), sendo a mais negociada do setor na Bovespa também se encontra num canal de baixa, menos inclinado.

Quem está comprado, coloque um "stop" a R$ 19,00 (pois com a perda desse nível, nos levaria aos R$ 14,15)

Sendo que o nível de R$ 19,00 também é um bom ponto de compra, como foi demonstrado no dia 16 de agosto, onde apareceu muitos compradores interessados.
Agora, quem está fora não entra!

Fonte do gráfico: Enfoque - BRMALLS Part ON - Diário (Bovespa: BRML3)

BRMALLS anuncia a contratação de Market Maker

Rio de Janeiro, Brasil, 29 de Agosto de 2007

A BRMALLS Participações S.A. (Bovespa: BRML3), a maior empresa integrada de Shopping Centers do País, anuncia que nesta data concluiu a celebração do Contrato de Prestação de Serviço de Formador de Mercado com o Banco UBS PACTUAL S.A.

Para mais informações acesse o site de ri www.brmalls.com.br/ri ou contate a área de Relações com

Investidores:
Leandro Bousquet Viana
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores
Renata Motta
Gerente de Relações com Investidores
Tel.: +55 (21) 2546-0100
Fax: +55 (21) 2546-0101
E-mail: ri@brmalls.com.br

Sobre a BRMALLS
A BRMALLS é a maior empresa integrada de shopping centers do Brasil, com um portfólio composto por 27 shoppings que totalizam 787,9 mil m² de Área Bruta Locável (ABL) e 356,6 mil m² de ABL próprio. A BRMALLS é também a maior prestadora de serviços de administração e comercialização de shopping centers no Brasil, administrando e comercializando 38 shoppings. A BRMALLS é a única empresa com presença nacional em todas as 5 regiões do Brasil, atendendo a consumidores de todas as diferentes classes de renda.

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Aquisição da Iguatemi


29/8/2007 - Iguatemi (IGTA3) ­ A companhia anunciou a aquisição de mais 11% de participação no Shopping Center Iguatemi, por R$ 117 mm e agora a empresa passa a deter 50,12% no capital do principal shopping center do país.

Está num canal de baixa, por hora devemos ficar de fora. Muitos vendedores ainda a R$ 28,30. Depois de uma queda de 33% ( R$ 38,81 => R$ 26,00)

Fonte do gráfico: Enfoque - Iguatemi ON Diário

terça-feira, 28 de agosto de 2007

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Em nova casa!

Saí do meu blog que ficava no IG,
e estou começando vida nova aqui
no Blogger!

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Disputa inflaciona preços de shopping centers no Brasil


Disputa inflaciona preços de shopping centers no Brasil

Claudia Facchini
Capitalizadas, as grandes empresas de shoppings estão se engalfinhando na aquisição dos centros comerciais disponíveis e começam a pagar por eles somas que alguns analistas já consideram altas demais. "Um negócio que poderia demorar dois anos para ser fechado - e isto acontecia até meados de 2006 - agora sai em duas semanas tamanha a pressa dos compradores", afirma Odemir Vianna, executivo da área de avaliação e assessoria da CB Richard Ellis, que recebe praticamente uma nova consulta por dia de empresas interessadas na compra ou venda de shopping centers.

O mais forte concorrente tem sido a BR Malls, empresa pertencente à GP Investimentos e líder do setor. A entrada da GP sacudiu o setor e injetou um dinamismo que as empresas tradicionais do setor não estavam acostumadas. Nos bastidores, a agressividade da BR Malls já incomoda. Alguns executivos atribuem, em parte, a inflação nos preços dos shoppings à atitude da companhia. Mas como ninguém gosta de perder um bom negócio, este tipo de crítica era algo previsível.

O que os especialistas ainda não conseguem prever é se os preços continuarão subindo ou se bateram no seu limite de alta. Um dos negócios mais comentados no setor foi a recente aquisição da In Mont, que possuía quatro shoppings no Rio, pela BR Malls. A compra lhe custou R$ 832 milhões.

A pedido do Valor, Vianna calculou que, se for considerada a área bruta locável (ABL) envolvida na operação, a BR Malls pagou R$ 19 mil por metro quadrado. "O preço do metro quadrado nos shoppings de primeira linha gira em torno de R$ 15 mil e R$ 20 mil", diz o consultor. Para alguns analistas, os empreendimentos da In Mont no Rio não fariam parte dessa elite dos shopping centers. Mas, se a BR Malls aceitou o preço, certamente vislumbra obter retorno, diz o consultor.

Para calcular o preço de um shopping, o comprador estima o quanto terá em caixa no primeiro ano e aplica um desconto. Há dois anos, afirma Vianna, esta taxa estava em 12%. Hoje esse desconto está na faixa entre 9% e 10%. "É impossível saber se continuará caindo", diz Vianna.

"A consolidação da indústria se dará mais pela aquisição dos ativos existentes do que pela construção de novos shoppings", diz Alberto Serrentino, da Gouvêa de Souza, consultoria especializada em varejo, que realizou nesta semana em São Paulo um seminário sobre o setor. Para os participantes do evento, o efeito que a crise no mercado imobiliário nos Estados Unidos terá no Brasil ainda é uma incógnita. O presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), Marcelo Carvalho, diz que a crise não afetará o apetite dos investidores.

Iguatemi, BR Malls, Multiplan e General Shopping aproveitaram a maré de alta da bolsa - anterior à crise gerada nos EUA - e lançaram ações no primeiro semestre. Outras ainda virão, como a Aliansce. De acordo com os balanços referentes ao segundo trimestre, a BR Malls e a Iguatemi são as que têm mais dinheiro no bolso. A Iguatemi tinha R$ 621 milhões em caixa e aplicações e a BR Malls, R$ 518 milhões.

Devido às aquisições, as empresas listadas na bolsa registraram dois dígitos de expansão nas receitas. Na última linha do balanço, Iguatemi e Multiplan saíram-se melhor. O lucro da Iguatemi subiu 232% no primeiro semestre; o da Multiplan, 131%.

Fonte: Valor Econômico - SP - 23.08.07

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

A receita bruta da Multiplan no 2T07 totalizou R$ 86,3 milhões

A Multiplan Empreendimentos Imobiliários S.A. (Bovespa: MULT3) a maior empresa de
Shopping Centers em receitas, maior prestadora de serviços, líder na exploração de merchandising em shoppings, que conta com um portfólio de 16 Shoppings, sendo 10 Shoppings próprios consolidados e líderes de mercado em suas cidades, 4 administrados e 2 em desenvolvimento, anuncia seus resultados do 2° trimestre de 2007.
A receita bruta da Multiplan no 2T07 totalizou R$ 86,3 milhões, um
crescimento de 18,2% em relação aos R$ 73,0 milhões no 2T06.

As despesas de shopping totalizaram R$ 10,9 milhões contra R$ 12,6
milhões no 2T06, ou seja, uma redução de 13,4% As despesas de sede foram reduzidas em 13,3% chegando a R$15,0 milhões no 2T07 contra R$ 17,3 milhões no 2T06.

O EBTIDA ajustado passou de R$ 37,7 milhões no 2T06 para R$ 45,5 milhões no 2T07, um crescimento de 20,5%. O Lucro Ajustado cresceu 121,1%, passando de R$ 16,4 milhões no 2T06 para R$ 36,2 milhões no 2T07.

No dia 16 de julho de 2007, a Multiplan concluiu a aquisição de 65,2% do shopping Pátio Savassi, em Belo Horizonte, e a partir de então, iniciou sua administração. Além da participação acima mencionada, também foram adquiridos mais 18,6% do mesmo Shopping no dia 11 de junho de 2007, com fechamento final previsto para o 3T07, totalizando uma participação de 83,8%.

Em relação aos nossos dois shoppings em fase de desenvolvimento, continuamos com as obras de construção em ritmo acelerado e a comercialização da área locável do BarraShoppingSul em Porto Alegre e, em julho, iniciamos a comercialização do Shopping VilaOlímpia, em São Paulo.

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Projeto estrutural das obras de expansão do Shopping Tijuca


http://www.clubedeengenharia.org.br/07mar_shopping_tijuca.html

Divisões Técnicas promovem palestra sobre projeto estrutural das obras de expansão do Shopping Tijuca

A Divisão Técnica de Construção (DCO), com o apoio das divisões técnicas de Estruturas (DES), Geotecnia (DTG) e Urbanismo e Planejamento Regional (DUR), promoveu, no dia 30 de janeiro, palestra sobre as obras de expansão do Shopping Tijuca. A palestra foi proferida pelo conselheiro do Clube de Engenharia Bruno Contarini, consultor da adaptação estrutural, e teve a participação do engenheiro Luiz Paulo Franco de Sá, da administração do Shopping.
O diretor de Atividades Técnicas do Clube, Marcio Paes Leme, disse que o evento é oportuno num momento em que "a engenharia nacional está um pouco maculada pelo que aconteceu na cidade de São Paulo".

– A realização desta obra prova a capacidade da engenharia nacional. Demonstra a responsabilidade de se fazer uma obra dessa natureza, com características bastante peculiares como a proximidade de um dos rios importantes da cidade – disse.

Luiz Paulo Franco de Sá afirmou que o objetivo das obras era criar espaços para a instalação de novas lojas âncoras, cinemas e estacionamento. Ele revelou que a Zona Norte da Cidade e o bairro da Tijuca em especial perderam nos últimos anos dezoito cinemas, que foram transformados em templos ou lojas de varejo.

– O desafio era fazer uma expansão vertical num prédio que ocupava cem por cento da área do terreno, com o shopping funcionando, ou seja, a cirurgia era séria e o paciente tinha que ficar acordado – comparou.

O chefe da DCO, Antero Parahyba, lembrou que a idéia da palestra nasceu de uma visita de engenheiros do Clube às obras de expansão do Shopping Tijuca, no dia 11 de dezembro. "Não é uma situação inédita em termos de engenharia, mas também não é algo que se veja no dia-a-dia. Por isso, vale ser visto", disse.

DOIS ANOS DE ESTUDOS
O engenheiro Bruno Contarini revelou que foram feitos dois anos de estudos antes do início das obras. Os estudos sempre levaram em conta o binômio segurança e facilidade logística, em razão de o empreendimento encontrar-se em pleno funcionamento durante todo o prazo da obra. A execução do subsolo envolveu a escavação, a montagem de uma estrutura metálica de sustentação da laje do térreo, a execução de novas estacas de reforço das fundações originais no processo denominado "Hollow Auger", inédito no Rio de Janeiro até então, e a transformação das estacas tipo Franki em pilares do novo pavimento criado.

A fundação original em estacas Franki ficou aparente enquanto o subsolo era escavado. A escavação, objetivando garantir a segurança das fundações originais, foi executada em duas etapas. A primeira etapa, com profundidade de 4,0 m, serviu para abrir espaço para entrada das máquinas perfuratrizes das Hollow Auger. A segunda etapa, atingindo 7,0m de profundidade, permitiu a execução das lajes subpressão, novos blocos de fundação e conclusão das cortinas periféricas.

A consolidação entre as antigas estacas Franki e as novas de reforço foi executada através de um bloco único, provisório, no nível de –4,0m. Este bloco provisório, repetido de forma definitiva no nível final –6,50m, foi depois demolido através de corte por fio diamantado, processo que eliminou riscos de vibração na estrutura.

Contarini contou que uma estaca Franki que foi deixada aparente será cercada com vidro, como exemplo do trabalho realizado na estrutura do prédio.

Eduardo Couso, diretor da Consultrix, empresa de consultoria nas áreas de mecânica dos solos e fundações, que participou da obras como autora e fiscalizadora do projeto de fundações e cortinas, disse que a logística foi a coisa mais importante da obra, que não poderia interferir com o funcionamento do shopping.

Estiveram envolvidos no projeto e na execução da obra a CIMA Empreendimentos do Brasil, a Bruno Contarini Engenharia (projeto estrutural e soluções técnicas), o engenheiro Paulo Frederico Monteiro (consultoria de fundações), a TEPREM Recuperação Estrutural, a Consultrix (projeto e consultoria de fundações e solos), a Soloteste (execução de cortinas atirantadas) e a Metalfenas (estruturas metálicas).

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Resultado da Oferta - General Shopping Brasil S.A. (GSHP3)

Resultado da Oferta - General Shopping Brasil S.A. (GSHP3)

O bookbuilding da oferta de acoes da General Shopping Brasil S.A., realizado em
26/07/2007, fixou o preco em R$ 14,00 por acao. Os pedidos de reserva de
investidores de varejo foram atendidos integralmente ate o valor de R$ 4.998,00.
Sobre o que excedeu R$ 4.998,00, foi aplicado um rateio de 23,65%. As ?Pessoas
Vinculadas? foram excluidas da oferta. As informacoes sobre o resultado da
alocacao por investidor encontram-se no arquivo CRCA de cada corretora
consorciada.

A liquidacao ocorreu no dia 01/08/2007.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Definido o preço da Oferta de Multiplan Empreendimentos Imobiliários

Definido o preço da Oferta de Multiplan Empreendimentos Imobiliários
O bookbuilding da oferta de ações da Multiplan Empreendimentos Imobiliários S.A., realizado em 25/07/2007, fixou o preço em R$ 25,00 por ação.

A faixa indicativa de preço situava-se entre R$ 25,00 e R$ 33,00.

Os pedidos de reserva dos empregados foram atendidos integralmente.

Os pedidos de reserva de investidores de varejo foram integralmente atendidos até R$ 3.900,00, que correspondem a 156 ações.

As “Pessoas Vinculadas” foram incluídas na oferta.

A liquidação financeira ocorrerá no dia 31/07 e o início de negociação dia 27/07. O código do papel é MULT3.

As ações estarão disponíveis para consulta junto a área Carteira do Itautrade a partir das 9:30h do dia 27/07.

terça-feira, 17 de abril de 2007

Definido o preço da Oferta de JHSF

Definido o preço da Oferta de JHSF


O bookbuilding da oferta de ações da JHSF Participações S.A., realizado em 10/04/2007, fixou o preço em R$ 8,00 por ação. Os pedidos de reserva de investidores de varejo foram atendidos integralmente até o valor de R$ 5.000,00.
Sobre o que excedeu R$ 5.000,00, foi aplicado um rateio de 52,9 %. As “Pessoas Vinculadas” foram excluídas da oferta.
A liquidação ocorreu no dia 16/04/2007 e o início de negociação dia 12/04/2007. O código do papel é JHSF3.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

terça-feira, 7 de março de 2006

Rede Plaza faz gestão de shoppings com IFS Applications


A Rede Plaza, que administra os shoppings Paulista, West Plaza e Pátio Higienópolis, passa a gerenciar seus contratos e seu faturamento através da solução IFS Applications, da IFS do Brasil. A empresa adotou a ferramenta para administrar processos através de três módulos distintos: Manutenção, Financeiro e Distribuição.
Os módulos baseiam-se em práticas de mercado, respeitando, cada um, as peculiaridades do setor específico a que se destinam. Assim, geram controle sobre acordos com lojistas da rede, faturamento, despesas, vendas, negociações etc.

“Até esta solução, utilizávamos um sistema de contrato e faturamento específico, que é tradicional em nosso setor. Porém, queremos obter uma evolução tecnológica que se estenda até a área de receita da companhia e não apenas para o Back Office. Por isso contratamos a IFS”, explica Renato Valeriano, gerente de TI da Rede Plaza. “Pretendemos não limitar o controle das lojas, realizando a gestão por sistemas que não se falam entre si. O componente que adotamos agora atenderá ao que estamos buscando”, complementa.