sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

BRMALLS (BRML3) "enfrenta as torcidas" agora!


BRMALLS (BRML3) perdeu o seu nível comprador importante, o dos R$ 18,90, chegou a ir, na recente baixa, a uma mínima de R$ 16,10. Fechou ontem a R$ 18,00, alta de 2,85%. A projeção dessa perda de suporte é lá pelos R$ 13,00 (glup).

Nesse nível agora (o dos R$ 18,90) já encontrou e vai encontrar sempre as torcidas do Vasco, Flamengo, Corinthians, Palmeiras, etc... Vendedoras.

Bricadeiras a parte, noto que ainda é pior o quadro, pois caiu para a banda de baixo. Lembram-se aquelas bandas à 45° (graus) que falei em postagens anteriores, como mostra o gráfico acima, as bandas continuam valendo. Está feio.

Vamos continuar observando fora, claro.

Segue abaixo movimento do pregão passado. Clique para ampliar!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Shoppings tentam ficar longe da crise.

Será que conseguem??



Segue a matéria do Jornal Valor da Claudia Facchini 01/02/2008.

(clique na figura para aumentar)


A crise no mercado imobiliário americano não deve esfriar neste ano o frenesi de aquisições por que tem passado a indústria brasileira de shopping centers desde meados de 2006. Este é o diagnóstico feito por analistas e empresários do setor ouvidos pelo Valor.

O nervosismo e a volatilidade nas bolsas tendem a inibir novas captações por meio de emissão de ações, mas existem outras fontes de recursos às quais as grandes empresas poderão recorrer para continuar bancando seus investimentos, como os empréstimos bancários. As instituições financeiras não fecharam as torneiras e as linhas de crédito para o setor continuam abertas.

Os shoppings são vistos pelos investidores como um negócio imobiliário, setor que está no epicentro da crise que arrastou para baixo as bolsas no mundo todo. Nos Estados Unidos, as ações das grandes empresas de shoppings foram penalizadas. Os papéis do Simon Group, o maior grupo do setor no mundo, e da General Growth Properties (GGP), que é sócia da Aliansce no Brasil, acumulavam em 12 meses quedas de 28% e 42%, respectivamente, até 18 de janeiro na bolsa de Nova York.

No Brasil, as ações das empresas listadas na Bovespa - Iguatemi, Multiplan, BR Malls e General Shopping - também sofreram. Todas perdem para o Ibovespa desde o seu lançamento na bolsa (ver quadro).

O presidente da General Shopping, Alessandro Veronezi, tem esperanças de que a bolsa volte à normalidade. Ele planeja antecipar para o segundo semestre de 2008 a venda de uma nova quantidade de ações, antes prevista para 2009.

Nesta semana a General Shopping participou em Nova York, a convite da Merril Lynch, de uma apresentação de empresas imobiliárias brasileiras para investidores estrangeiros. Cerca de 50% das ações da General Shopping está nas mãos de investidores americanos e outros 25% com europeus.

Com a crise, Veronezi aproveitou o evento para convencer os investidores de que o Brasil não é os EUA. Enquanto o mercado imobiliário e o varejo americanos estão sendo fortemente castigados pelo colapso na capacidade de pagamento dos consumidores, o Brasil passa por uma situação inversa, tanto do ponto de vista da inadimplência e do grau de endividamento. Enquanto o mercado de shoppings americano está concentrado nas mãos de três grandes grupos - Simon, GGP e Westfield -, mais de 50% dos empreendimentos brasileiros pertencem a pequenos empresários e são alvos de aquisições.

Uma elite de empresas - conhecidas como "consolidadoras" - saiu à caça de oportunidades e desencadeou um processo de concentração. Fazem parte deste time as quatro empresas listadas na Bovespa, além da Aliansce, Brascan, Ancar e Sonae Sierra. A Aliansce anunciou, por exemplo, que tem cinco aquisições em processo avançado de negociação e que espera fecha-las nos próximos dias. A empresa também pretendia fazer um IPO, mas desistiu após a instabilidade. Para manter-se no jogo, os sócios da Aliansce - a GGP, o fundo Gávea e o empresário Renato Rique - decidiram bancar uma verba de R$ 600 milhões, que serão gastos em aquisições e projetos.

Mesmo se o mercado de capitais continuar volátil e avesso a riscos, os analistas afirmam que as empresas brasileiras de shoppings ainda têm um grande potencial de alavancagem. "O nível de endividamento das empresas, principalmente da Iguatemi e da Multiplan, é muito baixo", afirma um analista da corretora Link, que prevê que a movimentação na indústria de shoppings continue aquecida neste ano. Essas duas empresas poderiam, facilmente, contrair dívidas para financiar aquisições, expansões ou novos empreendimentos.

"Nós já tínhamos linhas disponíveis nos bancos e elas não foram fechadas (após as turbulências)", diz o presidente da General Shopping, que também avalia captar recursos por meio de dívida neste ano. A empresa foi a última a abrir o capital das quatro administradoras de shoppings listadas na Bovespa e embolsou, com a operação, R$ 267 milhões.

Ao todo, as quatro empresas levantaram R$ 2,4 bilhões com as ofertas públicas iniciais de ações (IPO). A Iguatemi conseguiu R$ 549 milhões; a Multiplan, R$ 657 milhões e a BR Malls, R$ 925 milhões. Mas parte do dinheiro já foi gasta em aquisições, expansões e nos projetos chamados "greenfield" (construção do zero).

De acordo com a Link, a BR Malls é a empresa mais alavancada. O braço de shopping centers da GP Investimentos possuía, até o fim do terceiro trimestre, um endividamento em torno de R$ 1 bilhão, destes R$ 600 milhões venciam no curto prazo. A companhia, porém, tem uma geração de caixa suficiente para realizar investimentos.

Além de aquisições, a BR Malls anunciou no ano passado o investimento em seis projetos "greenfield". Segundo a Link, a corrida por aquisições inflacionou os preços, o que faz com que os investidores passassem a cobrar das empresas mais investimentos em projetos "greenfiled", que possuem melhores taxas de retorno.

Voltando...


Olá todos, espero que estejam bem.

Estou voltando de férias/Carnaval hoje, vou colocar toda a correspondência em dia, o mais breve possível e arrumar o Blog. Tenho muita coisa nova que ficou acumulada e vou mandando aos poucos, sem contar a análise dos mercados / ativos.

Repito, apesar de minhas análises se basearem 99,9% na escola técnica/gráfica, coloco textos de cunho fundamentalista. A análise fundamentalista nunca deve ser deixada de lado, e sim ser utilizada em conjunto com a análise técnica. Mas aqui no Blog, essa escola se resume em textos e notícias divulgadas pela CVM, mídia, etc.

Obrigado pela audiência.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

53.000 pontos e esticada das minhas férias!


Olá
espero que estejam bem.

Estive vendo o mercado hoje, de volta da semana passada de descanso, para ver se formava algum padrão, se "tinha jogo", depois dessa queda, pois o Ibovespa sentiu os 53.000 pontos (segundo a média móvel), sinal que tem coisa aí, e assim mantendo a alta de loooongo prazo, mas agora vamos ver se "fura" pra baixo( eu acredito mais! ) ou se sobe daí, mas precisa formar algo.

Vou esticar minha férias mais essa semana, volto no dia 7 de fevereiro, depois do Carnaval, voltando mesmo quando o ano começa! Pelo menos é o que dizem.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Férias de uma semana!


Pessoal da blogsfera financeira!

O blog estará/está em hibernação por 1 semana, apesar desse "movimento interessante do mercado", com certeza teria coisas a dizer!

Mas ninguem é de ferro.

No dia 28 de janeiro estou de volta aqui.

Até la´!

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Regras severas levam shopping centers a buscar novos modelos de promoções.

Você sabia do governo federal exige a apresentação de certidões negativas de impostos de cada uma das lojas de um shopping center para realização de sorteios?

Com isso, muitos shopping centers estão deixando os sorteios de lado. De acordo com portaria do Ministério da Fazenda, de julho de 2006, as empresas devem estar em dia com as contribuições à Previdência Social, quanto à Dívida Ativa da União e tributos federais, estaduais e municipais. O objetivo é garantir que o consumidor não seja prejudicado. Mas deve ser difícil conseguir a documentação de todos os lojistas em tempo hábil.

Uma sugestão dos grandes varejistas é a criação de um grupo com representantes de diversos setores que regulamente as promoções, a exemplo do Conselho de Auto-regulamentação Publicitária (Conar) que fez uma cartilha definindo as regras da publicidade. As lojas passaram então a lançar mão da criatividade para criar novos modelos de promoções.

Tem quem ache interessante ter 10 mil unidades de brinde do que premiar só uns poucos clientes, pois acham que cliente volta ao shopping, porque é premiado.

O que você prefere como consumidor, que o shopping center faça um sorteio de um automóvel, ou 200 mil bichos de pelúcia para quem consumir a partir de de uma quantidadde determinada em suas lojas?

Eu acho que não vale aqui o "Mais vale um pássaro na mão que dois voando", eu prefiro como consumidor o sorteio de um automóvel do que entulhar a casa com bichinhos.

Agora isso também depende muito do valor do limite consumido estipulado para se participar do sorteio, o tipo público do shopping, a média de consumo por cliente, etc..

Bolsa de Mercadorias Futuros "fez o combinado"! Está faltando a Bovespa Holding agora.


Antes de tudo, quero avisar que não trabalho só com "gaps", mas no caso das ações novatas, é um dos padrões que devem ser observados, como também os "candlesticks", pois o "gap" não precisa de muitos períodos para se chegar a uma conclusão técnica.

Ação da Bovespa Holding (BOVH3) já começou "a entortar" depois de dia 14 de dezembro do ano passado, deixando um gap a R$ 35,30, esse fechado no primeiro dia desse ano, numa "visita da saúde" em que deu uma máxima de R$ 35,35. Depois daí já esta caindo 28% (R$ 25,24) indo para uma outra banda do gráfico, rumo aos preço que saiu no seu lançamento (IPO) de R$ 23,00.

Não sou cientista político, mas acompanho, pois a economia está presa à política, e observo que o governo Lula está fazendo água e não é transposição do rio São Francisco. Não é bom para Bolsa, pois não se sabe o que vem por aí!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

BMEF3 caiu 8% ontem. Por quê? A resposta...


BMEF3 caiu 8% ontem. Por quê? A resposta foi postada aqui a um mês atrás, veja aqui a postagem que eu já tinha colocado alertando dessa queda ( http://shopcb.blogspot.com/2007/12/gaps-dos-ipos-da-bovh3-e-bmef3.html).

A postagem fala por si só, pois isso acontece muito, é só observar, para os "flippers" ficarem sabendo.

Detalhe, tem "gap" pra cima agora a R$ 24,45, vai lá! Quando? Hummm!!!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Foco nos EUA.



O Índice Dow Jones no suporte do canal de alta!

Nos EUA apesar das quedas evidenciadas durante a negociação de ontem, os principais mercados acionistas norte-americanos tiveram uma forte recuperação na reta final do pregão, tendo os mesmos encerrado com valorizações entre 1,2% a 1,4%.

Na base deste movimento, esteve a significativa repercussão verificado por alguns dos principais grupos financeiros norte-americanos, bem como do segmento tecnológico, este último suportado por comentários favoráveis da Hewlett-Packard para a evolução dos lucros em 2008.

Na esfera macro-económica destacamos a divulgação das reservas semanais de crude pelo Departamento de Energia norte-americano as quais registraram um decréscimo de 6,7 mn de barris, tendo os estoque de gasolina aumentado para 5,2 mn de barris, um movimento que se encontra justificado pelo incremento significativo da capacidade de refinição ( +1,93% vs +0,10% antecipados).

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Multiplan me mostre um gráfico que faça sentido!


A Multiplan ( MULT3 )que administra o MorumbiShopping e o BarraShopping, entre outros, testa hoje, mais uma vez o suporte onde aparecem compradores, a R$ 20,00. Mas nada que mostre que devemos ir junto dessa turma.

Continuamos observando de fora, comprados em outras ações melhores no presente momento!

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

A muito tempo que não coloco...

Segue a tabela do pregão de hoje com as ESCs (clique para ampliar):

BRML3 caiu 6% ontem! Porque será?

Ontem BRMALLS caiu 6%, pois tinha mais um "gap" para fechar, esse a R$ 20,50 e que foi fechado ontem.

Tenho notado que me perguntam mais sobre essa ação do setor das ESCs, e para mim continua no "pátio de estacionamento a 45° (graus)", como mostra o gráfico acima, as bandas continuam valendo.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Shoppings mortos...nos EUA!


A eventual recessão nos EUA parece aquele cartaz de botequim: "Fiado só amanhã"!

A associação de shopping centers dos EUA divulgou que a temporada de vendas foi a mais fraca dos últimos cinco anos, com avanço dos gastos na casa dos 2,3%, foi baixo, mas não pouco significativo.

Lendo a The Economist, a revista fala que tantos shoppings morreram, ou estão morrendo, que um novo hobby surgiu: a história diletante dos shoppings. Esta tem sido facilitada pela Internet. Sites como o Deadmalls.com e Mallaise recolhem fotos de estacionamentos cheios de mato, praças de alimentação vazias e Papai Noel entediado e tentam explicar como os outrora prósperos shopping centers entraram em uma espiral de queda.


Algumas das avaliaçãoes são irônicas ou de satisfação ou de satisfação com a desgraça alheia. Mesmo assim o tom que predomina é de aflição. Essas histórias online revelam as profundas ligações emocionais que as pessoas podem ter com os shopping centers.

Deadmalls.com é um site independente o mais conhecido para caracterizar os shoppings que fecharam ou estão no processo de queda. O local caracteriza quase 300 listas de shoppings inoperantes ou morrendo, muitas com retratos e narrativas históricas.

Criado em 2000 por Peter Blackbird and Brian Florence como um passatempo, o Web site interesse cresceu, com cobertura detalhada. Os criadores descrevem o Website como uma tentativa de reter as partes de história que puderam de outra maneira ser perdidas com a destruição dessses shoppingss. O local tira proveito das centenas de contribuintes em linha que fornecem ao Web site com os clientes e as fotos que puderam ser de outra maneira difíceis de obter.

Um dos mais tocantes é o site dedicado ao shopping Lakehurst, próximo de Chigago, que foi demolido em 2004. Estimulados por um jornalista local, mulheres e uns poucos homens escrevem memórias sobre incursões ao shopping na época de estudantes, primeiros namoros e até mesmo pedidos de casamento.


Muitos se mostram inconsoláveis com a demolição do shopping, como se estivessem sofrendo com a morte de um parente ou animal de estimação.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Postagens anteriores.


Procure sempre olhar as postagens mais antigas aqui do blog, para tomar ciência do mercado e das minhas análises. Tem muita coisa boa, tem uns textos grandes, eu sei, mas é informação sobre o segmento.

Petróleo WTI atingiu a barreira dos US$ 100! Que "novidade", eu já tinha falado isso aqui em outubro.



O preço do Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve), de referência nos Estados Unidos, superou nesta quarta-feira seu recorde histórico e atingiu a barreira dos US$ 100 por barril, ao longo do primeiro pregão do ano.

Para quem acompanha este Blog isso não foi surpresa, eu já tinha dito isso aqui em outubro de 2007, (clique nesse link: http://shopcb.blogspot.com/2007/10/petrleo-bate-recordes-no-mercado.html) que ia nesse preço, pois repito, o gráfico do Petróleo é muito técnico, quase 95% de análises acertadas que fiz, por isso digo já a algum tempo que vai a 105 dólares, e chegando aí dá uma esticada a 119 dólares.

Esse preço é US$ 4 superior ao valor de US$ 96 registrado no último fechamento do cru americano em 2007, um período no qual, em conjunto, o barril do WTI subiu 57% na Bolsa Mercantil de Nova York.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Voltando...

Olá todos!
espero que estejam bem.

Feliz 2008 com ótimos negócios!

Estava de recesso de 29 de Dezembro de 2007
até 2 de Janeiro de 2008. Voltando
hoje dia 3 de Janeiro de 2008.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Desempenho das ações novatas em 2007.

Quem acompanha o blog, não viu nenhuma novidade quando leu o Jornal VALOR do dia 26 de dezembro, no que diz respeito as ESCs, pois já tinha falado aqui das duas respresentantes das ESCs nas ações com ganho acima do Ibovespa, BRML3 e GSHP3.

General Shopping, que por sinal caiu 6,66%, atraída pelo gap a R$ 15,00.
Clique para aumentar!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Shoppings têm aumento de 12% nas vendas, maior alta em dez anos.


São Paulo, 26/12 (Enfoque) - As vendas do Natal deste ano tiveram o melhor resultado dos dez últimos para os lojistas atuantes em shoppings centers, com aumento de 10% a 12% em relação ao mesmo período do ano anterior. A estimativa é da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), que revelou o resultado das vendas nesta quarta-feira (26), em coletiva de imprensa na sede da entidade.

Segundo o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, o aumento do poder de consumo das classes de menor renda foi o principal responsável pelo bom desempenho do setor. "Fala-se na inclusão de até 2 milhões de novos consumidores nos shoppings ao longo deste ano", explicou. Sahyoun atribui o avanço à facilidade de crédito, ao aumento de emprego formal e ao crescimento de renda real, fatores que possibilitaram às classes mais baixas compras mais fartas neste Natal.

"O crescimento dos cartões de crédito também foi algo assustador", comentou Sahyoun. Ele destacou a maior possibilidade de parcelamento como importante contribuição dos cartões às vendas recordes do comércio. As vendas reais nos shopings brasileiros devem atingir R$ 66,91 bilhões em 2007, considerando cerca de 3.500 novas lojas abertas ao longo do ano.

Alicia González
alicia@enfoque.com.br

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Contratos de DI Futuro saem do canal de baixa.


Os contratos de DI Futuro sairam do canal de baixa que vinha desde junho de 2005. A alta de 1,54% do IGP-M fez com que aumentasse o receio com relação ao índice oficial de inflação o IPCA. Os players de DIFuturo estão zerando posições prefixadas. O contrato pra janeiro de 2009 (grafico acima) já subiu 8% de outubro para cá. Vamos observar...

Boas Festas e bons investimentos para todos que me acompanham aqui no Blog no ano que se inicia...

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

A General Shopping caiu 3,39% hoje, o MaCD diário antecipou esse movimento.


A General Shopping (GSHP3) caiu 3,39% hoje, o MaCD diário antecipou esse movimento, dando venda no corte no dia 18 do corrente mês.

Continuo acreditando que a General Shopping é o patinho feio das ESCs, brigando com BRML3 pela melhor rentabilidade das ESCs, a General Shopping já subiu, desde o seu lançamento, 20% contra 16,6%, no mesmo periodo, do Ibovespa.

É a menor empresa de shoppings listada na bolsa, mas está acelerando sua expansão e procurando mais ativos.

Como já disse, não estou recomendando nenhuma ESCs, no momento, mas a General Shopping tem um gap para fechar a R$ 15,00, desenhando um "canal de alta amigo", nesse nível, além do gap, temos o suporte do canal, ótimo ponto de compra, no meu ponto de vista, pois a força do "gap" vai levar o preço nesse nível!

Das ESCs que abriram o capital, a GSHP3 é a menor delas, mas a companhia acelerou o seu crescimento e começa a ganhar estatura com uma estratégia focada em empreendimentos populares. Segue resumo de hoje:

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

BR MALLS na "teia de aranha".


Conforme já postei aqui a BR MALLS PAR (BRML3) continua na figura que chamo de "teia de aranha", ficando ali presa, pulando de quadrante em quadrante, sem definir, caiu 11,1 % nos dois últimos pregões, indo para outro quadrante embaixo da "teia", agora tem uma "gap" para fechar a R$ 22,20. Indefinida no momento!

Crise do subprime chega as ESCs... Na Austrália.


O Centro Properties Group, segunda maior proprietária de shopping centers da Austrália, proprietário de 700 centros comerciais nos Estados Unidos, caiu anteontem 76% na Bolsa de Sidney, depois de anunciar que está com problemas para refinanciar a dívida devido ao colapso do mercado dos empréstimos hipotecários de alto risco ("subprime").

A Centro, com sede em Melbourne, suspendeu os dividendos e disse em comunicado que poderá ter de vender ativos, depois de os seus credores terem dado o prazo de 15 de Fevereiro para negociar o maior da dívida, segundo a Bloomberg. As tradicionais fontes de financiamento estão "fechadas para as empresas", referiu o presidente da Centro, Brian Healey, no comunicado.

A queda dos títulos reduziu em 2,98 mil milhões de euros o valor de mercado da Centro e do Centro Retail Group - o fundo de investimento em imobiliário que a empresa gere. A Centro terá de vender ativos, com perda de dinheiro, simplesmente para dispôr de capital para pagar a sua própria dívida.

Os receios em torno da crise no mercado imobiliário norte-americano vão diminuir as vendas no varejo, o que irá afetar os proprietários de centros comerciais nos EUA, segundo a Bloomberg. As ações da Centro já perderam 85% este ano. O Commonwealth Bank of Australia é o maior acionista da Centro, com uma participação de 13%, segundo os dados compilados pela Bloomberg. O Barclays Global Investors detém 9,2% e o Macquarie Group 5,8%. A dívida da Centro aumentou para 44,1% dos ativos no ano fiscal de 2007, contra 29,8% no ano passado. Os seus maiores credores são o Australia & New Zealand Banking Group, BNP Paribas, Royal Bank of Scotland e Commonwealth Bank.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

A JHSF quase no alvo dos R$ 5,20.



A JHSF é um papel bem técnico, como nos mostra o gráfico acima, que o momento é de baixa, mas vai ficar claro quando virar para alta. Com preço alvo a R$ 5,20 muito perto, agora se observa que tem "gaps" para fechar em cima (R$ 9,00). Bom ficar de olho!

Fez investimentos de R$ 17 milhões no terceiro trimestre, principalmente no Shopping Cidade Jardim. Segundo a JHSF, a locação da ABL da primeira fase do empreendimento chegou a 100% no terceiro trimestre - 92% de contratos, 5% de cartas de intenções e 3% de reservas.

No caso do Shopping Metrô Tucuruvi, a JHSF informou que os contratos assinados respondem por 35%, e as cartas de intenção, por 41% da ABL total prevista para a primeira etapa do empreendimento. Em funcionamento, a JHSF possui o Shopping Metrô Santa Cruz.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Desde as IPOs, GSHP3 e BRML3 estão ganhando das outras aplicações no mês.


Segundo a tabela acima com o fechamento do pregão de hoje, BRML3 (BRMALLS) e GSHP3 (General Shopping) desde que lançaram ações na Bovespa, estão ganhando das outras aplicações no mês, BRML3 com uma taxa de 4,63% ao mês em 9 meses e GSHP3 com 5,32% ao mês, em 5 meses de Bovespa.

Shoppings superam expectativas e faturam R$ 50 bilhões em 2007.


14/12/2007 - 16h16
da Folha Online

Os shopping centers devem fechar o ano com faturamento 13% maior em relação ao ano passado, segundo a Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers). A estimativa é que as vendas atinjam R$ 50 bilhões no acumulado de janeiro a dezembro.

Em 2006, o faturamento do setor foi de R$ 44 bilhões --crescimento nominal das vendas de 10,45% em relação a 2005.

A perspectiva de expansão de 13% neste ano supera a projeção inicial da Abrasce, de 10%. Para o presidente da entidade, Marcelo Carvalho, "a ampliação na oferta de crédito, a extensão dos parcelamentos decorrentes de juros menores e o aumento no ganho médio dos brasileiros motivaram o bom desempenho do mercado".

Segundo o diretor-executivo da Abrasce, Luiz Fernando Veiga, os negócios gerados pelo setor também ajudaram a consolidar os resultados. "Somente nos últimos dois anos, cerca de R$ 4 bilhões foram levantados, juntando a captação de recursos na Bolsa de Valores e os investimentos estrangeiros", disse.

"Os que ainda não fizeram captação ou negócios com investidores estrangeiros vão fazer ou estão com dinheiro em caixa e em condições de crescer", prevê Veiga.

Nos próximos dois anos, conforme a Abrasce, devem ser inaugurados 23 novos empreendimentos, "que vão gerar cerca de 40 mil novas vagas de empregos, em um setor que já é responsável por 525 mil postos de trabalho".

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

João Fortes Engenharia firma parceria para atuar no segmento de shopping centers.




Valor Online
11/12/2007
SÃO PAULO - A empresa do setor imobiliário João Fortes Engenharia anunciou que fechou acordo com a Shopinvest Planejamento, Marketing e Particiações Ltda. para atuação em parceria tanto no investimento em shopping centers novos ou já existentes, como também no planejamento e comercialização de novos centros comerciais.

Em comunicado, a João Fortes diz que essa associação, garante a expertise necessária para que a empresa seja "ainda mais atuante na indústria de shopping centers, fortalecendo sua participação nesse importante mercado".

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

O maior negócio já realizado no setor de shopping centers no país.


A Brascan (BISA3) continua no seu canal de baixa, apareceram uns compradores no nível de R$ 10,40, agora eu acredito que vai mais embaixo perdendo esse nível, podendo ir a R$ 8,00.

[Começa texto do Jornal VALOR] grupo fechou ontem a compra da participação do grupo Malzoni na rede de shoppings Plaza e já promete novas aquisições em 2008. Com presença no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e no Paraná, a estratégia agora é aumentar a presença no mercado mineiro e paranaense e partir para o Norte e Nordeste do país, disse ontem o presidente da holding Brascan Brasil, Luiz Ildefonso Simões Lopes.

Ele aposta no bom momento da economia brasileira que "considera o melhor" desde que atua no mercado. "O crescimento está sendo impulsionado por investimentos externos, o que é inédito na história do país", disse.

O Jornal Valor antecipou, a operação ficou acima de R$ 1,5 bilhão. Trata-se do maior negócio já realizado no setor de shopping centers no país. A Brascan Brazil Real State Partners comprou a participação de Paulo Malzoni que detém 70% no shopping Paulista, 50% do West Plaza, 40% no Pátio Higienópolis, 40% no Botafogo Praia Shopping e um terço do shopping Vila Olímpia, em construção.

Paulo Malzoni Filho será o presidente da nova empresa de administração de shoppings que vai gerenciar todos os empreendimentos que se juntam. Ele, que já era executivo do grupo Malzoni, continua como sócio, mas das empresas de administração e de ativos que estão sendo construídos, como o centro de compras na Vila Olímpia, em São Paulo, que está sendo levantado em sociedade com o grupo Multiplan. Ele disse que a proposta é construir novos shoppings com o grupo Brascan.

"A união foi uma decorrência do movimento que todos os grupos do setor de shoppings tiveram que fazer", explica Malzoni Filho. "Alguns partiram para associações ou fizeram abertura de capital. Esse setor terá poucos e grandes." Segundo ele, desde o começo do ano o grupo trabalhava com a possibilidade de abrir o capital, mas também vinha sendo sondado por vários interessados. "Optamos pela Brascan porque é uma empresa sólida, com experiência de mercado e bem posicionada no Rio, como nós somos em São Paulo", acrescentou o executivo.

Do lado da Brascan onde a palavra de ordem é crescer, só este ano o grupo investiu em aquisições mais de US$ 1,5 bilhão. Há 105 anos no país, atua em áreas diversas como engenharia, imóveis, agropecuária, reflorestamento e energia. Na setor de shoppings centers é proprietário do Rio Sul, na capital fluminense, e de outros sete centros de compras. Com a transação com o grupo Malzoni, a Brascan avança no maior mercado paulista, onde ainda tinha uma presença pequena.

A operação concluída ontem ultrapassa em valor aquela que era considerada até agora a maior operação de shoppings no mercado brasileiro: a venda da In Mont (que inclui Niterói Plaza, São Conrado Fashion Mall, Ilha Plaza e Rio Plaza) para a BR Malls, por R$ 832 milhões.

"Somos agora o maior do país em área bruta locável", disse Simões Lopes. Ele explicou que neste setor é preciso ser grande para vencer. "Não dá para ser pequeno e a razão principal é relativa a custos. Não adianta ter um shopping numa grande cidade. É preciso ter três ou quatro, assim temos um supervisor para todos eles, uma agência de propaganda, aproveitamos as sinergias, o que gera redução de custos. Na negociação com os varejistas, por exemplo, podemos oferecer mais de um ponto. Pode-se se oferecer um ponto no interior e, em paralelo, conceder vantagens no shopping da capital", comentou.

Agora, os próximos passos do grupo são voltados para fortalecer os negócios no Paraná e em Minas Gerais, sempre comprando o controle, e sair para novos estados com parceiros locais.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Mercado de shoppings continua comprador.


Claudia Facchini
Jornal VALOR 06/12/2007

A movimentação na indústria de shopping centers brasileira continua a todo vapor. Por enquanto, dizem empresários do setor, o mercado ainda não foi contaminado pelas incertezas causadas pela crise das hipotecas nos EUA. "A indústria brasileira de shoppings tem uma grande vantagem para os estrangeiros: ela é madura. Mas, como sempre, tudo é uma questão de preço. Se o Brasil ficar caro demais, os investidores deixarão de vir", diz Marcelo Carvalho, presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) e principal executivo da Ancar, empresa nacional de shoppings que associou-se em 2006 ao fundo canadense Ivanhoe Cambridge.

Além das aquisições, muitos grupos estão construindo novos complexos comerciais. De acordo com a Abrasce, 12 shoppings foram construídos em 2007 e outros 23 empreendimentos devem sair das pranchetas no biênio 2008/09. Além disso, metade dos 358 shoppings existentes está em expansão.

De acordo com um executivo da CB Richard Ellis (BCBRE), que presta consultoria imobiliária, a empresa continuou recebendo vários pedidos de avaliação de shoppings nos últimos dois meses. Até 2006, a CBRE costumava fazer entre 15 a 20 avaliações por ano. Só neste ano, foram realizadas cerca de 60.

A saída dos fundos de pensão, como a Previ ou a Petros, que acaba de vender sua participação no complexo Market Place para o Grupo Iguatemi, contribuiu para aquecer as aquisições. A expectativa é de que os fundos, que ainda têm ativos para vender, continuarão alimentando o mercado, não só de shoppings mas também de imóveis comerciais.

Segundo uma fonte que está assessorando a venda de três grandes imóveis em Porto Alegre e São Paulo, 35 candidatos interessaram-se pelo pacote, que está avaliado em torno de R$ 100 milhões. Se somadas todas as ofertas apresentadas, a quantia supera R$ 3 bilhões. "Todo este dinheiro está em circulação no mercado, em busca de investimento", afirma o executivo.

Os preços, em contrapartida, não param de subir. Os investidores pediam há dois anos uma taxa de desconto (os juros utilizados para calcular o valor dos empreendimentos) de 15% ou 13%. Hoje, essa taxa já está em 10%.

Mas o mercado continua comprador. Além dos players que já entraram, é esperado que novos investidores cheguem ao país, como a chilena Cencosud. Desde que a empresa comprou a rede de supermercados GBarbosa, a segunda maior na região Nordeste, há uma grande expectativa de que o grupo ingresse também em outros segmentos, como shopping e varejo de material de construção. A Cencosud atua nesses mercados no Chile, Argentina e Colômbia.

Uma das maiores empresas de shopping dos Estados Unidos, a Kimco, está colocando um pé no Brasil por meio de uma parceria com o grupo imobiliário brasileiro Lindencorp, que associou-se em 2006 ao PDG Realty, fundo de investimento controlado pelos ex-sócios do banco Pactual. Nos EUA, a Kimco constrói shoppings de vizinhança e tem uma forte aliança com a varejista Wal-Mart, com quem também atua em conjunto no México. No Brasil, a Kimco já entrou em contato com a filial do Wal-Mart, que é líder nas regiões Nordeste e Sul. No entanto, não há ainda nenhum projeto concreto entre as duas empresas no país.

Não estou recomendando nenhuma compra...


Apesar das notícias veiculadas. Não estou recomendando nenhuma compra/cobertura de ações das ESCs, no momento.

Bom final de semana!